domingo, 10 de novembro de 2013

49-Animais a salvo

Havia uma moça chamada Laís, tinha 19 anos e amava animais, principalmente sua pequena cachorrinha chamada Mila, era sem raça, pois ela a tinha encontrado na rua, possuia uma patinha machucada e ela a mimava muito. A moça tinha um ótimo relacionamento com os pais, porém não namorava, tinha apenas seu melhor amigo, Lucas, o único que ela confiava, e que podia contar sempre.
 
Certo dia, Laís estava em casa quando sua mãe pediu que fosse até a padaria, e assim foi. Quando já estava voltando, ela viu uma cena, pela qual nunca esperava ver, havia um pequeno cãozinho dentro da caçamba de lixo uivando desesperadamente. Rapidamente, Laís largou as sacolas no chão e correu para socorrê-lo. Não sabia o que fazer, começou a chorar ao ver o animal naquelas condições, então correu ao veterinário mais próximo.
 
Ao chegar la, observou que era um lugar muito moderno e logo viu que não poderia pagar nem mesmo pela consulta, muito menos pelo tratamento. Saiu dali chorando, ela não podia deixar o cão naquele estado, ele estava todo arranhado e possuia um ferimento na orelha direita que ela não sabia bem o que era.
Voltou para casa e correu para seu quarto, andava de um lado para o outro pensativa, até que teve uma ideia, ligou para 
Lucas e contou que estava  pensado em criar  um movimento social, ali em seu quintal mesmo, onde pessoas interessadas em ajudar, fizessem doações para ajudar o cãozinho que déra o nome de Marley, o amigo concordou e logo estavam espalhando cartazes, comunicando a família e amigos. As doações estavam aumentando cada vez mais, até que já possuiam dinheiro o suficiente para o tratamento de Marley. Ocorreu tudo bem, até sobrou uma pequena quantia em dinheiro. Laís ja estava empolgada, não queria parar por ai, então resolveu aumentar seu movimento social, onde as pessoas que encontrassem animais perdidos nas ruas, levassem até ela, onde ela e os amigos interessados em ajudar dariam banho, alimentação, água, etc. Laís liderava aquilo perfeitamente deu ao movimento, o nome de "família patinhas". 

Ela passava na rua e todos a elogiavam por tudo que ela estava fazendo. A maioria dos animais eram cães, que após receber os cuidados, não ficavam muito tempo lá, logo eram adotados. Até Lucas chegou a adotar um cãozinho também. Todos viam o empenho de toda aquela equipe e convidavam Laís para vários outros tipos de movimentos sociais o que a deixava cada vez mais feliz, pois viu que não havia descriminação por ser mulher, além de que, ela percebeu que estava realmente fazendo a diferença na sociedade.

2 comentários:

  1. O texto está bom , porém , há muitas incoerências como no início do primeiro parágrafo "... a moça tinha um bom relacionamento com os pais ,PORÉM não namorava". O que o fato de ela ter um bom relacionamento com os pais afeta um namoro ? Tente desenvolver mais o conflito , tudo acontece muito rápido , como uma pequena garota conseguiu tao rápido , desenvolver um movimento assim ?e ficar tao famosa ? "Todos viam o empenho de toda aquela equipe" Que equipe? O último fator é : Atualmente não há discriminação contra mulheres em movimentos sociais.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ótima observação sobre a relação estabelecida pelo "porém"!

      Excluir